Cabundá não sou. Bundá, ierê, talvez, trazendo o limbambo como troféu, orgulhoso de meu nhô. Sou vibunde sim e por isto canto alegre meu vissungo. Malungo sou de meu nhonhô. Escravo com muito orgulho. Nasci nas Minas Gerais. Nas Minas não volto mais. O martelo nunca mais. Agora é caneta, de ouro que não sou nenhum besta de usar esferográfica. Lespa! A elite está de joelho a meus pés. Vim e venci. Quem ficou na cachacinha, batendo martelo, lá está até hoje. Muitos dos meus já até morreram ou de cachaça, da polícia. Eu não tenho culpa.
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