Vai, cão danado, neste caminho, que tu terás a recompensa, atroz será, espera apenas, descubram tua perfídia. Esqueceste o pesado malho, logo tenhas pegado uma caneta. Os teus não te esquecerão. Vai, quero ver chegares. Não irás a lugar nenhum. Não te enganes. Não penses que o senhor que ver seu antigo escravo, ombro a ombro nas quermesses. Não penses que ele te fez homem, para seres homem, querem-te apenas um escravo especial, com mais habilidade que os outros, para fazeres o trabalho sujo que eles não querem fazer.
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